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sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Arrozinho de cada dia

Em 2008 eu trouxe para cá um escorredor de arroz. Para os que não têm intimidade com "trens" de cozinha e não liga o nome a pessoa (oi!?), o dito cujo de minha propriedade é este aí em baixo.


Comprei numa loja do centro de Santos, conhecida como Oi 1,99. Aqui seria chamada de "loja de chinês". Ao que parece, eles detêm o monopólio nesse tipo de negócio, e são bons nisso. Os três contentores para reciclagem que coloquei neste post são de uma loja dessas pertinho daqui de casa.
Antes eu tinha de lavar o arroz numa peneira que desembeiçava toda e vertia grãos ralo abaixo.

Parece ter sido também o problema enfrentado pela cirurgiã-dentista brasileira Therezinha Beatriz Alves de Andrade Zorowich que, segundo o site da Rede de Tecnologia do Rio de Janeiro, estava cansada de chegar em casa e a pia estar entupida com grãos de arroz.

Lembro de anos atrás assistir a um Globo Reporter sobre inventores e lá aparecia a Drª Beatriz com o protótipo do seu invento patenteado em 1959, desenvolvido em plástico pela Trol S/A (lembro do slogan "Trol, bom motivo pra ser criança!") e apresentado numa Feira de Utilidades Domésticas em 1962 (se alguém como eu sente saudades das exposições da UD, levanta o braço aí  o/ ).

Vi o protótipo que ela guardou. Era em folha de flandres dobrado com uma peneira cortada e atada ao metal com rebites, no formato semelhante ao que a Drª Beatriz segura na foto ao lado.

Este modelo ainda é vendido, mas agora tem em vários formatos e diversos materiais.

Já encontrei em inox e silicone. Mas o que me interessa é o prazer proporcionado: lava bem arroz, outros grãos e frutas pequenas.


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